Tubo para a água (5)
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Toda a tarde nisto. O Cláudio de picareta e eu de sachola. Para conseguirmos o admirável feito de colocar 100m de tubo! Só faltam 1400m, ou pelo menos 1000m (400m não me parece que sejam para esta temporada).
Entregaram ontem o tubo, mais uma aventura épica a que eu desta vez, felizmente, não assisti. Começou logo pela pontualidade portuguesa; dizem que chegam às 12h00, aparecem às 17h00. Enervante, pois o Cláudio esteve de plantão todo esse tempo à espera. Depois apareceram o Sr. Américo, o Sr. Antonho Zé e as vacas para ajudar a levar os 15 rolos — que de pé têm 2m de altura –, para cima. Ficaram seis, no terreno do Sr. Cristóvão (o muito conflituoso antigo propietário do Sargaçal). Quando ele hoje apareceu para me visitar, o que não é costume, estava mesmo à espera de filme. Mas não. Não houve problema nenhum, os tubos podiam lá ficar o tempo necessário.
Mas, já estavam lá em cima. Apareceu outra vez o Sr. Américo, o filho, o irmão do Cláudio (estes dois com uns 12 anos) e as vacas. Aquilo pesa toneladas. Garanto que cansava só de olhar. Ou então era da sachola.


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