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	<title>Comments on: Gestão de espécies&#160;invasoras</title>
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	<description>Um diário hortícola</description>
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		<title>By: Rui Sousa</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-36804</link>
		<dc:creator>Rui Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 11:32:12 +0000</pubDate>
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		<description>É extraordinário a falta de sentido crítico com que se diz que determinada planta é invasora e se começa a falar em controlá-las e arrancá-las apenas porque vêm de outro lado e se reproduzem com facilidade, sem se fazer uma listagem dos prejuízos ou não que podem causar. Dois exemplos: o chorão das praias e o trevo de flor amarela conhecido como azedas. Quanto ao chorão felizmente que ele existe, um bom exemplo são as praias da Costa da Caparica pois onde não há chorão também não existe mais nada, nem sequer as dunas pois sem plantas que as fixem a areia desaparece. Se é para arrancar o chorão então só se em alternativa plantarem lá qualquer coisa (não vejo bem o quê), porque senão a acção é apenas destrutiva, além de que qual o problema de ter uma planta que dá uma flor tão bonita a ornamentar jardins e rotundas? O valor ornamental de uma planta não deve ser levado em consideração? E se já está tão espalhado em Portugal, não é a sua plantação em jardins que fará grande diferença em relação ao perigo de invasão. Quanto às azedas, ocupam a terra de novembro a Março e depois desaparecem, constituindo uma reserva alimentar para abelhas e borboletas nos meses de inverno em que há tão poucas flores que lhes possam servir de alimento, e a verdade é que apesar de classificada como invasora, o que eu vejo é que o trevo co-habita alegremente com o funcho, as urtigas, a borragem, o aniz, as malvas, as papoilas, etc, plantas autoctones que não só não desaparecem como até prosperam juntamente com os trevos. 
Portanto. parece-me que em vez de arrancar as invasoras, devia pensar era em plantar-se plantas autóctones, isso sim seria construtivo, em vez de, como quase sempre, serem precisamente as associações de protecção à natureza aqueles que mais desrespeitam a vida: arrancar plantas, esterilizar gatos, matar os pombos, isso não é amar a natureza é destrui-la.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É extraordinário a falta de sentido crítico com que se diz que determinada planta é invasora e se começa a falar em controlá-las e arrancá-las apenas porque vêm de outro lado e se reproduzem com facilidade, sem se fazer uma listagem dos prejuízos ou não que podem causar. Dois exemplos: o chorão das praias e o trevo de flor amarela conhecido como azedas. Quanto ao chorão felizmente que ele existe, um bom exemplo são as praias da Costa da Caparica pois onde não há chorão também não existe mais nada, nem sequer as dunas pois sem plantas que as fixem a areia desaparece. Se é para arrancar o chorão então só se em alternativa plantarem lá qualquer coisa (não vejo bem o quê), porque senão a acção é apenas destrutiva, além de que qual o problema de ter uma planta que dá uma flor tão bonita a ornamentar jardins e rotundas? O valor ornamental de uma planta não deve ser levado em consideração? E se já está tão espalhado em Portugal, não é a sua plantação em jardins que fará grande diferença em relação ao perigo de invasão. Quanto às azedas, ocupam a terra de novembro a Março e depois desaparecem, constituindo uma reserva alimentar para abelhas e borboletas nos meses de inverno em que há tão poucas flores que lhes possam servir de alimento, e a verdade é que apesar de classificada como invasora, o que eu vejo é que o trevo co-habita alegremente com o funcho, as urtigas, a borragem, o aniz, as malvas, as papoilas, etc, plantas autoctones que não só não desaparecem como até prosperam juntamente com os trevos.<br />
Portanto. parece-me que em vez de arrancar as invasoras, devia pensar era em plantar-se plantas autóctones, isso sim seria construtivo, em vez de, como quase sempre, serem precisamente as associações de protecção à natureza aqueles que mais desrespeitam a vida: arrancar plantas, esterilizar gatos, matar os pombos, isso não é amar a natureza é destrui-la.</p>
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		<title>By: Humberto</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-36695</link>
		<dc:creator>Humberto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 22:20:45 +0000</pubDate>
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		<description>Olá.Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre a introdução de espécies não indígenas na Natureza,mas não sei com quem.
Podem-me ajudar?
Muito obrigado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá.Gostaria de tirar algumas dúvidas sobre a introdução de espécies não indígenas na Natureza,mas não sei com quem.<br />
Podem-me ajudar?<br />
Muito obrigado</p>
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	</item>
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		<title>By: José Rui Fernandes</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-1996</link>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 02:06:22 +0000</pubDate>
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		<description>Ora aí está uma perspectiva interessante.
Nem tudo o que existe é plantado. Aliás o problema das invasoras acaba por ser esse. Retirando espaço de manobra às espécies autóctones. Ou seja e pegando no exemplo das dunas -- os chorões, não permitem que as plantas autóctones sobrevivam nas dunas, se reproduzam e também elas as fixem.
Além disso, não é fazer mal a alguém que está em causa. É o equilíbrio natural, que de resto, existe mais facilmente sem ninguém por perto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora aí está uma perspectiva interessante.<br />
Nem tudo o que existe é plantado. Aliás o problema das invasoras acaba por ser esse. Retirando espaço de manobra às espécies autóctones. Ou seja e pegando no exemplo das dunas &#8212; os chorões, não permitem que as plantas autóctones sobrevivam nas dunas, se reproduzam e também elas as fixem.<br />
Além disso, não é fazer mal a alguém que está em causa. É o equilíbrio natural, que de resto, existe mais facilmente sem ninguém por perto.</p>
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		<title>By: Manuel Ribeiro</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-1995</link>
		<dc:creator>Manuel Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 20:48:22 +0000</pubDate>
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		<description>Caros amigos, as leis existem e nem sempre são para cumprir, pois eu para conseguir concordar com esta lei das plantas invasoras, teria de a ver primeiro ser alterada, pois invade-se tanta coisa e ninguem nada faz e só se preocupam com as que mal não fazem a ninguem !!!
Antes de proibir devia-se plantar e depois começar a tirar as ditas invasoras, agora trocar as invasoras por nada, então mais vale deixá-las estar , pois pelo menos temos arvores.
quanto ao que viu na rotunda deve ser chorina e não o vulgar chorão , o que não é uma especie proibida, mas para exemplo do que se faz ao chorão , basta dar uma volta pelas dunas maritimas e ver o que seria se o chorão não existisse, mais uns milhões de m3 de areia para alguem ganhar uns euros!&quot;!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros amigos, as leis existem e nem sempre são para cumprir, pois eu para conseguir concordar com esta lei das plantas invasoras, teria de a ver primeiro ser alterada, pois invade-se tanta coisa e ninguem nada faz e só se preocupam com as que mal não fazem a ninguem !!!<br />
Antes de proibir devia-se plantar e depois começar a tirar as ditas invasoras, agora trocar as invasoras por nada, então mais vale deixá-las estar , pois pelo menos temos arvores.<br />
quanto ao que viu na rotunda deve ser chorina e não o vulgar chorão , o que não é uma especie proibida, mas para exemplo do que se faz ao chorão , basta dar uma volta pelas dunas maritimas e ver o que seria se o chorão não existisse, mais uns milhões de m3 de areia para alguem ganhar uns euros!&#8221;!</p>
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		<title>By: Elizabete Marchante</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-1994</link>
		<dc:creator>Elizabete Marchante</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 09:30:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/#comment-1994</guid>
		<description>De facto, várias espécies invasoras são tão comuns e habituamo-nos a vê-las há tanto tempo que as tomamos por nossas. O chorão-das-praias tem sido, infelizmente, muito utilizado em jardins e até em espaços públicos; tem mesmo sido usado em acções de educação ambiental, já depois do decreto-lei (565/99) que o proíbe estar em vigor. Acontece o mesmo com outras espécies de plantas invasoras.
Um dos grandes problemas associado às espécies invasoras é precisamente o desconhecimento por parte de público, não só público-geral, mas por vezes até o público-técnico que lida com estas espécies no dia-a-dia; daí estarmos a investir em educação ambiental e sensibilização.
Quanto à questão que coloca, creio que o que deveria ser feito era avisar a entidade que usou essa espécie que legalmente não a pode utilizar. Creio que legalmente pode-se fazer uma denúncia.
Ao Serviço da Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR compete “zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção e conservação da natureza e do ambiente, bem como prevenir, reprimir e investigar os respectivos ilícitos” pelo que poderá pedir esclarecimento sobre esta situação… está disponível on-line o “SOS Ambiente” http://www.gnr.pt/portal/internet/sepna/
Existe ainda a linha SOS Ambiente 808 200 520 para onde poderá ligar a pedir esclarecimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De facto, várias espécies invasoras são tão comuns e habituamo-nos a vê-las há tanto tempo que as tomamos por nossas. O chorão-das-praias tem sido, infelizmente, muito utilizado em jardins e até em espaços públicos; tem mesmo sido usado em acções de educação ambiental, já depois do decreto-lei (565/99) que o proíbe estar em vigor. Acontece o mesmo com outras espécies de plantas invasoras.<br />
Um dos grandes problemas associado às espécies invasoras é precisamente o desconhecimento por parte de público, não só público-geral, mas por vezes até o público-técnico que lida com estas espécies no dia-a-dia; daí estarmos a investir em educação ambiental e sensibilização.<br />
Quanto à questão que coloca, creio que o que deveria ser feito era avisar a entidade que usou essa espécie que legalmente não a pode utilizar. Creio que legalmente pode-se fazer uma denúncia.<br />
Ao Serviço da Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR compete “zelar pelo cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção e conservação da natureza e do ambiente, bem como prevenir, reprimir e investigar os respectivos ilícitos” pelo que poderá pedir esclarecimento sobre esta situação… está disponível on-line o “SOS Ambiente” <a href="http://www.gnr.pt/portal/internet/sepna/" rel="nofollow">http://www.gnr.pt/portal/internet/sepna/</a><br />
Existe ainda a linha SOS Ambiente 808 200 520 para onde poderá ligar a pedir esclarecimento.</p>
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		<title>By: Marlene</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2006/04/26/gestao-de-especies-invasoras/comment-page-1/#comment-1993</link>
		<dc:creator>Marlene</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2006 12:06:26 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiro parabéns pelo site. Tomei conhecimento do projecto invader atravéz deste site, e foi com grande espanto que descobri que algumas das plantas que eu tomava por autóctones são na verdade invasoras. Á alguns dias deparei-me com uma rutunda totalmente cor de rosa, não posso afirmar com 100% certeza mas seria chorão da praia. A minha pergunta é como actuar nestas situações? Se é proibida a sua venda como é que elas vão parar as mãos de uma entidade pública e plantadas num local de tanto destaque?

Marlene</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro parabéns pelo site. Tomei conhecimento do projecto invader atravéz deste site, e foi com grande espanto que descobri que algumas das plantas que eu tomava por autóctones são na verdade invasoras. Á alguns dias deparei-me com uma rutunda totalmente cor de rosa, não posso afirmar com 100% certeza mas seria chorão da praia. A minha pergunta é como actuar nestas situações? Se é proibida a sua venda como é que elas vão parar as mãos de uma entidade pública e plantadas num local de tanto destaque?</p>
<p>Marlene</p>
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