<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Como nascem os mitos urbanos&#160;+</title>
	<atom:link href="http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/</link>
	<description>Um diário hortícola</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Mar 2010 04:49:07 +0000</lastBuildDate>
	
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: mário venda nova</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/comment-page-1/#comment-3405</link>
		<dc:creator>mário venda nova</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2007 17:16:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/#comment-3405</guid>
		<description>Bem, quanto ao resto:

- Em Lisboa, infelizmente já nada espanta. Mas que o Porto não se fique a rir depois do triste espectáculo que &#039;montaram&#039; na Av. dos Aliados.

- Em relação às lâmpadas o artigo do Steven Milloy é anedótico. Dois mil dólares para limpar um quarto depois de partir uma lâmpada fluorescente é pura demagogia e desinformação. A unica recomendação é a de não se aspirar o sítio onde partiu a lâmpada e fazer a limpeza manualmente. Agora já sei porque ando tão cansado: parti uma lâmpada destas há cerca de três anos, amanhã vou fazer exames médicos. Uhhh, é melhor não, se calhar ando cansado porque leio tanto lixo cibernético como o artigo do Steven, sempre à procura de algo interessante. Felizmente vou encontrando aqui (e noutros sitíos) variedade e qualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, quanto ao resto:</p>
<p>- Em Lisboa, infelizmente já nada espanta. Mas que o Porto não se fique a rir depois do triste espectáculo que &#8216;montaram&#8217; na Av. dos Aliados.</p>
<p>- Em relação às lâmpadas o artigo do Steven Milloy é anedótico. Dois mil dólares para limpar um quarto depois de partir uma lâmpada fluorescente é pura demagogia e desinformação. A unica recomendação é a de não se aspirar o sítio onde partiu a lâmpada e fazer a limpeza manualmente. Agora já sei porque ando tão cansado: parti uma lâmpada destas há cerca de três anos, amanhã vou fazer exames médicos. Uhhh, é melhor não, se calhar ando cansado porque leio tanto lixo cibernético como o artigo do Steven, sempre à procura de algo interessante. Felizmente vou encontrando aqui (e noutros sitíos) variedade e qualidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: mário venda nova</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/comment-page-1/#comment-3404</link>
		<dc:creator>mário venda nova</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2007 16:45:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sargacal.com/2007/05/02/como-nascem-os-mitos-urbanos/#comment-3404</guid>
		<description>Gostei do artigo do &#039;Treehuger&#039; sobre os sprays. Mas fica realmente por resolver a questão da limpeza dos CCD das máquinas digitais. Aqui só vejo uma solução: limpar com uma espátula própria húmida e depois limpar com outra seca, depois usar um soprador (o da foto do treehuger é o que eu uso e é muito bom) para retirar os resíduos que as espátulas deixaram ficar, não esquecendo de o fazer com a máquina virada para baixo para os resíduos não cairem no CCD. Assim consegue-se uma limpeza idêntica à que se consegue com os &#039;aspiradores&#039; de lata que habitualmente se usam.
Se as máquinas viessem equipadas com um pequeno filtro em frente ao CCD, isso era uma pequena revolução na eliminação do lixo nos CCD; era só limpar o filtro e pronto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do artigo do &#8216;Treehuger&#8217; sobre os sprays. Mas fica realmente por resolver a questão da limpeza dos CCD das máquinas digitais. Aqui só vejo uma solução: limpar com uma espátula própria húmida e depois limpar com outra seca, depois usar um soprador (o da foto do treehuger é o que eu uso e é muito bom) para retirar os resíduos que as espátulas deixaram ficar, não esquecendo de o fazer com a máquina virada para baixo para os resíduos não cairem no CCD. Assim consegue-se uma limpeza idêntica à que se consegue com os &#8216;aspiradores&#8217; de lata que habitualmente se usam.<br />
Se as máquinas viessem equipadas com um pequeno filtro em frente ao CCD, isso era uma pequena revolução na eliminação do lixo nos CCD; era só limpar o filtro e pronto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
