Courgettes transplantadas

Afinal os feijões franceses anões não precisaram de esperar muito pelos afídios. No Sábado pude observar formigas a deambular no canteiro, um péssimo sinal, mas não vi a ingrata bicharada. Na Segunda lá estavam eles bem visíveis. Nos feijões trepadores que o meu pai semeou a quantidade já é preocupante. Agora tenho o meu pai já de olho no arsenal químico e praticamente de dedo no gatilho.
Fiz uma solução com o Neem e apliquei abundantemente. Espero que resulte. Aproveitei e também pulverizei as camélias pequenas (não na grande onde andavam as joaninhas — nessa tinha colocado um pouco de Savona e junto com as joaninhas ficou controlado), nos áceres e na gardénia. É o ano do pulgão preto!
A ventania do fim-de-semana arruinou as favas. Vou colher o que está desenvolvido e congelar. A boa notícia é que já temos umas folhas de alface, rúcula e mizuna — embora esta última seja irresistível para caracóis e lesmas, apesar dos meus esforços.

Estive a limpar o terreno da fotografia para plantar 17 pés de courgettes. Ainda fiquei com um espaço para outras coisas.
Também colhi as únicas ervilhas sobreviventes, deu para um guisado. Miséria! Vou tentar outra dose.
Brevemente vou também cozinhar o insecticida de folhas de tomateiro (e também a outra versão, se me sobrar matéria prima). Tenho bastante esperança nesse preparado e seria perfeito se funcionasse — mesmo no tempo.

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