Árvores gigantes de Portugal
O senhor C. A. de Souza Pimentel notável agrónomo e silvicultor, editou em 1894 um livreto intitulado “Árvores gigantes de Portugal”, onde indica a localização de velhos colossos com centenas de anos, restos das maravilhas vegetais que existiram outrora no nosso país.
Depois de um rápido estudo das causas que motivaram o desaparecimento da nossa opulência florestal, indica as árvores mais notáveis que se conheciam entre nós. Merecem especial atenção o Sobreiro da Herdade do Pae Annes, entre Niza e Póvoa de Meadas (talvez seja este no A Corte das Areias); o Castanheiro de Alcongosta, no Fundão (morreu em 1920); o Pinheiro da Quinta da Murteira, em Samora Correia; o Pinheiro de Alvinha, no Pinhal de Leiria (uma antiga gravura); o Freixo de Trancoso (derrubado por um ciclone em 1941, A Sombra Verde); o Plátano de Portalegre (no Dias Com Árvores).


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