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	<title>Comments on: A árvore&#160;grossa</title>
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	<description>Um diário hortícola</description>
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		<title>By: Quinta do Sargaçal &#8211; Uma raridade em todo o país</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2008/03/11/a-arvore-grossa/comment-page-1/#comment-4317</link>
		<dc:creator>Quinta do Sargaçal &#8211; Uma raridade em todo o país</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 03:53:13 +0000</pubDate>
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		<description>[...] chorão bem tratado na esquina oposta à Árvore Grossa. A par com os Plátanos, diria que são as árvores mais mal tratadas do país. Este ainda é [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] chorão bem tratado na esquina oposta à Árvore Grossa. A par com os Plátanos, diria que são as árvores mais mal tratadas do país. Este ainda é [...]</p>
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		<title>By: Pedro</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2008/03/11/a-arvore-grossa/comment-page-1/#comment-4316</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 19:09:40 +0000</pubDate>
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		<description>É um facto curioso: a generalidade das pessoas afeiçoam-se a estes poucos &quot;gigantes&quot; que subsistem nas urbes portuguesas, como se fossem um &quot;milagre da criação&quot;, não compreendendo (ou não querendo compreender) que se não existem mais árvores monumentais nas cidades é devido ao tratamento estilo &quot;poda camarária&quot;.
Por isso, casos como este são excepções e não a norma (ainda que a generalidade das acanhadas ruas das cidades portuguesas não possuam o espaço necessário a uma árvore de grande porte, como um plátano).

Por outro lado, essas mesmas pessoas parecem considerar normal a existência de um plátano como este e de um &quot;cepo de plátano&quot; na rua ao lado. Por exemplo, no centro de Portalegre existe um plátano monumental (um dos maiores e mais conhecidos do país), lado a lado com várias &quot;caricaturas&quot; de plátano; e é suposto isto ser &quot;normal&quot; e talvez seja, pois é a isto a que estamos habituados desde pequenos.
As pessos já não reparam nas podas, acham-nas &quot;normais&quot; e até necessárias e imprescindíveis às árvores; daí os serviços camarários contarem com a &quot;benevolência&quot; da maioria dos cidadãos. Os mesmos que aceitarão se &quot;amanhã&quot; a Câmara de Matosinhos (?) decidir podar ou cortar esta árvore com o habitual discurso de que é para a &quot;nossa segurança&quot;. É tão banal, que nem o questionamos.

E é isto o que para mim é mais dramático. Eu já não consigo &quot;usufruir&quot; do prazer de olhar para estas árvores pois sei que apenas existem &quot;a prazo&quot;. Nunca chegas a afeiçoar-te a uma árvore porque sabes que alguém a irá decepar mais cedo ou mais tarde. E não devia ser assim, pois não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É um facto curioso: a generalidade das pessoas afeiçoam-se a estes poucos &#8220;gigantes&#8221; que subsistem nas urbes portuguesas, como se fossem um &#8220;milagre da criação&#8221;, não compreendendo (ou não querendo compreender) que se não existem mais árvores monumentais nas cidades é devido ao tratamento estilo &#8220;poda camarária&#8221;.<br />
Por isso, casos como este são excepções e não a norma (ainda que a generalidade das acanhadas ruas das cidades portuguesas não possuam o espaço necessário a uma árvore de grande porte, como um plátano).</p>
<p>Por outro lado, essas mesmas pessoas parecem considerar normal a existência de um plátano como este e de um &#8220;cepo de plátano&#8221; na rua ao lado. Por exemplo, no centro de Portalegre existe um plátano monumental (um dos maiores e mais conhecidos do país), lado a lado com várias &#8220;caricaturas&#8221; de plátano; e é suposto isto ser &#8220;normal&#8221; e talvez seja, pois é a isto a que estamos habituados desde pequenos.<br />
As pessos já não reparam nas podas, acham-nas &#8220;normais&#8221; e até necessárias e imprescindíveis às árvores; daí os serviços camarários contarem com a &#8220;benevolência&#8221; da maioria dos cidadãos. Os mesmos que aceitarão se &#8220;amanhã&#8221; a Câmara de Matosinhos (?) decidir podar ou cortar esta árvore com o habitual discurso de que é para a &#8220;nossa segurança&#8221;. É tão banal, que nem o questionamos.</p>
<p>E é isto o que para mim é mais dramático. Eu já não consigo &#8220;usufruir&#8221; do prazer de olhar para estas árvores pois sei que apenas existem &#8220;a prazo&#8221;. Nunca chegas a afeiçoar-te a uma árvore porque sabes que alguém a irá decepar mais cedo ou mais tarde. E não devia ser assim, pois não?</p>
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		<title>By: Luciano</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2008/03/11/a-arvore-grossa/comment-page-1/#comment-4315</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 00:45:19 +0000</pubDate>
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		<description>Também não. Sempre a conheci como árvore grossa.
E pensar que tudo aquilo à volta, eram quintas, terrenos agrícolas e bouças.
Passo por ela muitas vezes, de carro, e, talvez por isso mesmo, não tinha ainda reparado na dimensão do cerco. Impressionante!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também não. Sempre a conheci como árvore grossa.<br />
E pensar que tudo aquilo à volta, eram quintas, terrenos agrícolas e bouças.<br />
Passo por ela muitas vezes, de carro, e, talvez por isso mesmo, não tinha ainda reparado na dimensão do cerco. Impressionante!</p>
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		<title>By: José Rui Fernandes</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2008/03/11/a-arvore-grossa/comment-page-1/#comment-4314</link>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 00:36:02 +0000</pubDate>
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		<description>Sobreiro grosso nunca tinha ouvido falar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobreiro grosso nunca tinha ouvido falar&#8230;</p>
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		<title>By: Paulo J. Mendes</title>
		<link>http://www.sargacal.com/2008/03/11/a-arvore-grossa/comment-page-1/#comment-4313</link>
		<dc:creator>Paulo J. Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 23:54:19 +0000</pubDate>
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		<description>Curiosamente, há quem lhe chame &quot;sobreiro grosso&quot;... É possível que o façam por associação com a rua do Sobreiro, que não fica longe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curiosamente, há quem lhe chame &#8220;sobreiro grosso&#8221;&#8230; É possível que o façam por associação com a rua do Sobreiro, que não fica longe.</p>
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