Longo fim-de-semana
Foi mais um fim-de-semana longo. Não no sentido de ter sido prolongado, esses detalhes passam ao lado de quem tem o meu estilo de vida. Todos os dias são bons para trabalhar ou para qualquer outra coisa. Nesse sentido, acabei agora de trabalhar (são 04:37) e consequentemente estou a escrever este texto neste momento (está sempre a tempo dos nossos amigos brasileiros o lerem em primeira mão).
Consegui fazer mais umas sementeiras (tudo árvores que podem demorar mais de um ano a germinar):
Betula humilis
Betula costata
Betula utilis var. jacquemontii (esta é a segunda tentativa)
Betula pendula ‘Purpurea’
Betula nigra
Betula ermanii
Betula szechuanica
Betula albosinensis var. septentrionalis
Acer grosseri
É interessante a questão do tempo de germinação. Tenho duas bétulas, que agora já não sei identificar embora me pareçam a ubíqua Betula pendula, que nasceram num local onde tinha despejado tabuleiros de sementeiras que achei já não dar em nada. Portanto, o meu conselho é que demorem uns dois anos a desistir de um tabuleiro de sementes de árvores.
No quintal, andei com o senhor Reis, o senhor Jacinto e o meu pai. Foi mais nas arrumações dos anexos na verdade, mas também conta. O meu pai demonstrou interesse na compostagem pela primeira vez. Diz que vai comprar um compostor. Suponho que eu seja um verdadeiro chato, mas não me importo se a causa for minimamente aceitável. Ainda cortei um pouco (mesmo pouco) da Glicínia e Magnólia, por causa dos sensíveis transeuntes que circulam no passeio — às vezes puxam e partem os ramos que os atrapalham. Negativo, foi ter descoberto que o recipiente original da solução Savona deu de si e não só se perdeu o líquido (que não foi tão barato e veio de Inglaterra), como aquilo fez uma lavoura… No fundo, Savona é óleo com sabão — ainda bem que o sabão já está incluido para facilitar a limpeza.


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