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José Rui Fernandes

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22 de Julho de 2008

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Biodiversidade numa laranjeira sob ataque (3)

Mosca
Mais bicharada depois do salto.

Aranha

Vespa



7 Comentários

Comentado por
VASCO SILVA
22 de Julho 2008 / 15:44

Por aqui passa-se o mesmo.
As fotos parecem tiradas nas minhas arvores.
O ano, segundo os “sábios da terra”, vai propício a estas pragas, mas eles recorrem por tudo e por nada a químicos.
Eu, como já tenho dito, só em última instância, é que recorro, e mesmo assim, em concentrações muito baixas.
Devo dizer que dá resultado mais imediato, mas ficam alguns remorsos.
As minhas macieiras, este ano, sofreram vários ataques, bem como os citrinos e tive que recorrer…
Mesmo assim, já foi um pouco tarde, pois a fruta está feia, mas por dentro, está limpa ( se calhar até está suja, mas não tem esse aspecto).

É um sentimento de impotência, perante estes ataques de pragas.


Comentado por
João Afonso
26 de Julho 2008 / 10:07

Volto, para informar que dizimei a bicharada dos feijoeiros e dos pessegueiros. Reconheça-se que as plantas ficaram com explicita debilidade. Principalmente os pessegueiros. Com a folha amarela, sem frutos… O que é facto é que, por lá, não estaciona nenhum piolho. Nem ali, nem nos feijoeiros. E sem quimica.
Só que o meu estudo foi inconclusivo.
Fiz o ataque de várias formas. Alternei pulverizações de àgua com sabão, com calda de rama de tomate curtida. Apliquei também coca-cola. E tudo isto foi fatal. O amigo que me sugeriu a coca-cola, diz que não usa outra coisa. Seria disto? Ou da rama de tomate? Aguardo que o tempo fique seco para aplicar, nas larangeiras, a calda da rama. Em exclusivo, para ver se tiro conclusões.


Comentado por
João Afonso
26 de Julho 2008 / 10:13

Esqueci-me de acrescentar que a rama dos tomateiros, depois de fermentar vários dias em água, fica absolutamente pestilenta. Talvez seja esta a causa da fuga, sem retrocesso, dos desgraçados dos afidios.


Comentado por
José Rui Fernandes
26 de Julho 2008 / 21:24

A pestilência é normal… Já a calda de urtigas parece algo saído directamente de um esgoto.

Quanto aos resultados, com que frequência aplicou essas várias soluções? Uma coisa que já verifiquei é que este tipo de soluções tem de se aplicar com alguma insistência.


Comentado por
João Afonso
27 de Julho 2008 / 10:16

Fazia aplicações diariamente.
Sem regra.
Ora de uma coisa, ora de outra.

E já agora, gostava de vos dar conhecimento que fiquei sabedor de outra acção de combate a esta praga, e que consiste na pulverização com água salgada.

Será?!?

Esta, tenho receio de aplicar. Penso que poderá neutralizar o desenvolvimento vegetativo das plantas.
Levanto esta dúvida por saber que as ervas daninhas da calçada se neutralizavam com sal. Lembram-se?


Comentado por
José Rui Fernandes
27 de Julho 2008 / 22:47

Não tenho grande fé no sal… É capaz de ser pior a emenda que o soneto.

A minha opinião é que a solução esteve no regime diário, não nas caldas — numa ou noutra em particular. Tenho a certeza que aqui com regime diário de Savona acabava com os afídios.

Mas, não é aconselhável o sabão + óleo diário, porque afecta a respiração natural da planta (até se deve regar mais porque as plantas podem ressentir-se).
Agora já recolhi rama de tomateiro para fazer uma calda. Não é a primeira vez, antes os resultados não foram brilhantes. Mas acho que aplicar regularmente é essencial — o que nem sempre faço.


Comentado por
VASCO SILVA
28 de Julho 2008 / 10:00

Amigos José Rui Fernandes e João Afonso:

Estou de olho em vocês e ando a ver se consigo acrescentar mais alguma coisa ao assunto.
Às vezes uma “consulta popular” pode ajudar.

A missão não é tarefa fácil, caso contrário, a nossa frutinha há muito que tinha o problema resolvido.


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Biodiversidade numa laranjeira sob ataque (2) Jasmineiro-bastardo, Solanum jasminoides Paxton (Solanaceae)




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