Alimentar a laranjeira
As traseiras do escritório, são os domínios do cão Mix (o rafeiro apanhado num contentor do lixo). Como rafeiro pura raça, utiliza o terreno para enterrar todo o tipo de iguarias, designadamente, ossos. É mais um a arruinar tudo o que pode e aquilo está um ervado muito jeitoso, o que se pode observar na fotografia. A laranjeira ‘de Setúbal’, fui eu que plantei há uns anos (na mesma altura da magnólia e camélia da frente), em substituição de uma ameixoeira velha que morreu. Revelou-se uma árvore com uns frutos de um sabor mesmo muito bom, mas também atacada por toda a casta de pestilências.
Já levou com calda bordalesa este ano e também como parte de alguma prevenção, tratei de eliminar as ervas em volta e adubar (com o adubo biológico habitual que adquiri no Cantinho das Aromáticas). As fotografias são do quase depois e do depois, esqueci-me do “antes” (que é muito parecido com a erva que está à vista).
Enquanto cavava, detectei uma joaninha a fazer-se morta no meio da erva. Depois de a apanhar, lá se começou a mexer e coloquei-a na laranjeira. A primeira joaninha do ano, bem cedo. Se há coisa que adoro nestes dias de jardinagem, é ver joaninhas à minha volta.
Também se pode reparar numa camélia que transplantei e dois Acéres negros, um que retirei do meio do quintal neste mesmo dia.
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