Petição contra o arroz transgénico +

A beleza do “Magalhães”
Não é possível descer mais baixo. Que um pedaço de lixo desta categoria faça parte da educação das crianças não é compreensível. Mais milhões desbaratados. Café Toural.

Página oficial do ministério da educação sobre o “Magalhães”
A primeira frase é brilhante. Mais para baixo temos o costumeiro software “livre e aberto” — onde o “livre” deve querer dizer que o outro é software “preso” (óbvio que a tradução de “free”, ou seja grátis, sem custos). Uma formatação de página e de texto, amadora. É para isto que vão os nossos impostos.

Animais distinguem certo do errado
Segundo um novo e controverso livro. Telegraph.

Centro Nacional do Lince Ibérico inaugurado
O Lince precisa de habitat, não de centros nacionais. Público.

Petição contra o arroz transgénico
Assinei eu e a Susana. Greenpeace.

Casas pré-fabricadas apanhadas na crise dos EUA
Eu gosto do conceito da maior parte de uma casa ser feita numa fábrica, com controlo de danos ambientais e de qualidade. TreeHugger.

The Prince’s Rainforests Project
Mais uma iniciativa do incansável Príncipe Carlos.


5 Comentários

Comentado por
André da Flauta
28 de Maio 2009 / 21:30

Por acaso é mesmo software livre. Significa que pode ser modificado e reutilizado livremente. O outro é software proprietário o qual nunca te pertence para fazeres com ele o que te apetece, apenas compras uma licença de utilização.
Quanto ao Magalhães é apenas um reflexo do nosso sistema de ensino. Se o pessoal sai das universidades sem saber escrever como é que esperam que possam criar conteúdos pedagógicos (ou não) sem erros?


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José Rui Fernandes
28 de Maio 2009 / 21:40

Não é a minha opinião e nem me parece que seja caso de opinião, parece-me factual. “Open source”, é que pode ser o tal “aberto” — quer dizer isso. Logo, “livre e aberto” é um pleonasmo.
Free, quer dizer grátis, sem custos. O livre é mais uma invenção jornalística mal amanhada.
De qualquer modo, a grande maior parte não pode ser reutilizada livremente. Existe uma licença onde por exemplo, quem modifica tem de republicar sob a mesma licença. Isso para uma empresa é um custo (mão de obra) que têm de ceder gratuitamente. Ainda recentemente a Cisco foi processada porque não pagou esse custo. Todas as empresas processadas até hoje devido a isso perderam.


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Alexandre Leite
29 de Maio 2009 / 06:58

Software livre como um pássaro (e não, grátis como um pássaro)

http://ansol.org/filosofia


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José Rui Fernandes
29 de Maio 2009 / 12:33

Ok, outra coisa é ter caído no jargão e ser de uso corrente. A minha teoria é que o termo para o português nasceu no Brasil.
Ei, mas gostei da filosofia… As 3ª e 4ª liberdades não me parecem ser assim lineares — mas se calhar são. Vou ter que dar o braço a torcer? Tenho de saber afinal a que se refere este “livre” no original em inglês. Eu sempre pensei que era Free & Open Source. Mas também parece que em espanhol querem “libre”.
Jebuz, save me.


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José Rui Fernandes
05 de Junho 2009 / 02:06

Entretanto aprendi umas coisas, não devia ter sido tão conclusivo… Basicamente todos temos mais ou menos razão. Existe um conflito filosófico entre “open source” e “free software”.
Para os do movimento “open source”, “free” quer dizer sem custos e o movimento é uma forma de tornar o software melhor.
Para os do movimento “free software”, “free” quer dizer livre no sentido de liberdade do utilizador e mais uma data de coisas com a palavra “social” no meio.
Se o que está na página do Magalhães então quer dizer “livre” de liberdade e eles sabem a filosofia por detrás do conceito, é capaz de chegar a ser pior. É que então não se entende a fileira de ministros em frente ao senhor Bill Gates a assinar coisas nos antípodas desta visão da sociedade da informação. Já para não falar no Windows instalado no Magalhães, a menos que também faça parte da liberdade de escolha — entre o tal software livre e o software preso (às malhas da Microsoft).


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