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José Rui Fernandes

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29 de Junho de 2009

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Petição contra a “requalificação” do Pavilhão Rosa Mota no Porto +

A luta pela Amazónia
No Peru os indígenas ganharam. Por agora. Common Dreams.

Os 10 livros do século, até à data…
Estranhamente já li três: The Wheater Makers, The Omnivore Dilema e Louis Riel. Os outros dificilmente lerei. The Star.
Aqui pergunta-se quais as 10 melhores novelas gráficas… Já li praticamente tudo o que é sugerido. Por acaso até sou o editor português de Ghost World (traduzido por Mundo Fantasma e nome também de livraria).

Petição contra a “requalificação” do Pavilhão Rosa Mota no Porto
Que como o neo-significado da palavra indica, consta da destruição das árvores e da envolvente do Pavilhão. Esta gente ameaça tornar-se inqualificável e começam-me a faltar os adjectivos.
Assinei, tal como a Susana, mas não posso deixar de dizer o seguinte: É lamentável e igualmente inqualificável o aproveitamento político dos autores desta petição. A conversa dos “cidadãos e cidadãs” já fede. O primeiro subscritor é o senhor Teixeira Lopes do Bloco de Esquerda. Assinem pelas árvores e pelos jardins do Palácio e ignorem estes artistas.

A explicação dos vôos baratos
Sempre tive curiosidade do ponto de vista do negócio de saber as razões das enormes diferenças nos preços de voar. Este gráfico explica alguma coisa e olhando para o número de passageiros por funcionário, explica tudo. Flickr.

Vauban na Alemanha, sem carros
The Independent.

A saudável dieta do mediterrâneo
As oliveiras no centro de tudo. Rodale.


2 Comentários

Comentado por
Paulo Ventura Araújo
29 de Junho 2009 / 18:56

Assinei igualmente a petição, mas é óbvio que quem a lançou está mais preocupado em marcar pontos na luta política do que com o que vai suceder nos jardins do Palácio. Em suma, uma verdadeira oportunidade perdida – embora em geral não me fie muito no efeito destas petições, mesmo quando são escritas com ponderação e inteligência.


Comentado por
José Rui Fernandes
29 de Junho 2009 / 19:19

Considerando a imagem, teoria e prática da política das últimas décadas, para mim é intolerável o aproveitamento político de causas que deviam ser de todos. Seria grotesco que no PS, CDS e PSD (e outros) não existissem milhares de pessoas contra mais esta requalificação. Mas estes artistas das “causas” e das “fracturas” julgam que é tudo deles.
Eu também não me fio, no fim prevalece quem tem poder mas não necessariamente bom senso.


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