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Regresso ao Sargaçal

Hoje fomos até ao Sargaçal. Estava planeado almoçar no restaurante “O Meu Gatinho”, mas estando encerrado para férias, fomos ao “Solar de Montemuro”. Já não gosto tanto da “configuração construtiva” de acrescentos, que para mim não tem nexo. Mas a comida, nada má mesmo.
Lá para as 15h00 chegamos ao Sargaçal, ao fim de seis meses, o que considero um bocado lamentável. A entrada, ou seja parte do caminho comum, está nada menos que vagabunda. Durante vários anos, não se distinguia muito a passagem do terreno desse senhor para o nosso. Agora, quando se entra no nosso, felizmente, nota-se bem.
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112

Telefonei duas vezes para o 112 em dois dias. Primeiro, um ébrio radical deitado numa das faixas de rodagem da Rotunda da Boavista.
Segundo, uma discussão familiar de caixão à cova, que diga-se de passagem já não é a primeira, na nossa rua. Mas desta vez, dentro da nossa casa, ouvia-se o berreiro (apenas uma voz masculina, supostamente num teatro com mulher e uma criança). Perguntam-me se alguém se vai apresentar…
Quem eu?
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O custo dos alimentos em água

O Guardian publicou um ensaio fotográfico onde tenta ilustrar a água que é gasta a produzir alimentos comuns. Eu não tenho a certeza de entender os objectivos deste tipo de exercício.
Uma chávena de café necessita de 140 litros de água para chegar à nossa mesa; o vinho 125 litros de água por copo; o bife 15.500 litros de água por quilo; o arroz 3.400 litros de água por quilo produzido…
E não entendo pela seguinte razão: A maior parte desta água não é gasta no sentido que desaparece, mas entra no sistema de um lado e sai do outro, pronta para voltar a ser utilizada ou entrar no ciclo. A água de regar a vinha, dependendo também dos métodos de cultivo e de rega, não desaparece, nem se estraga. No caso do arroz, o jornal indica que parte dos 3.400 litros é de irrigação e parte da chuva. A água da chuva, aparentemente também acresce aos custos de consumo.
Uma actividade que consuma água inutilizando-a, considero que de facto a consome, o resto parece um exagero.
Os dados são do site Water Footprint. Na metodologia indica que é considerada a água evaporada ou poluída.


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Urbanismo e corrupção: as mais-valias e o desenvolvimento urbano
Este artigo tira muitas dúvidas a muita gente. Se bem que é urgente tomar medidas concretas contra a escandalosa corrupção ligada ao urbanismo, na minha opinião, nestes 30-35 anos, o mal está feito. Le Monde Diplomatique (via A-Sul).

A Field Guide to Weeds
Não é bem o que parece, porque as ervas tomaram conta de tudo. De Kim Beck.

Insecto desconhecido descoberto no eBay
Um cientista julgava estar a comprar uma curiosidade e afinal comprou um tipo de afídio fossilizado previamente desconhecido. Telegraph.

Mário Lino tem dificuldades em despir o papel de propagandista
Somos governados por pessoas de muito má qualidade. Primeiro porque um desastre devia induzir algum tento na língua, segundo porque um dos grandes objectivos de construir um novo aeroporto é tornar urbanizáveis milhares de hectares em volta (mais milhares de hectares do antigo). Público.

A teoria do caso isolado
A criminalidade em portugal tem sido sempre um acto isolado. Nova Frente.

Flower Girls
De Elsa Mora. Está genial.

Fotografia de Lee Funnell
Vejam no portfolio, a secção “natural”. Do melhor possível.

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TreeHugger.


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