Caminhada no Vale do Bestança (8)
Em Marcelim, uma multidão lavrava um campo. Os mais satisfeitos eram as crianças, na falta da areia da praia, a terra solta revelava-se um excelente substituto… Lá no fundo, ainda o fumo dos incêndios.
Em Marcelim, uma multidão lavrava um campo. Os mais satisfeitos eram as crianças, na falta da areia da praia, a terra solta revelava-se um excelente substituto… Lá no fundo, ainda o fumo dos incêndios.
Depois do almoço, foi tempo de avançar pelo meio da área que as chamas desolaram. O Rui (irmão da Susana) caminha pelo meio do fumo.
Nos detalhes da caminhada, apareceu esta borboleta (Lycaena phlaeas). Há tanto para ver e tão pouco tempo.
Estamos em pleno Março e não há engano possível: é um incêndio. Aliás detectamos no mínimo quatro no Vale. Neste caso, tínhamos acabado de passar por aquele local e com uma ventania assinalável, os agricultores faziam alegremente (negligentemente) as suas pequenas fogueiras.
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