Arranjar espaço para os Cedros-do-atlas crescerem

Como cheguei bem mais tarde que o previsto, fiz menos que o previsto. Mesmo assim, entre acartar lenha e regar, depois das 16h30 fomos para o topo poente, perto do tanque 1, limpar a quelha para os Cedros-do-atlas poderem crescer. O topo já entrava pela copa de várias árvores que para lá andavam inclinadas. Depois [...]


A pilha

Ou melhor, uma das pilhas resultantes da limpeza da quelha do tanque 1. Esta de material lenhoso. Mandamos tudo para a quelha de baixo (uma espécie de varrer para debaixo do tapete), porque não há lugar para tanta coisa. Tem uns três metros de altura.


Finlândia do Sul?

Na Quinta, o Cláudio e o Sr. Zé (na foto) foram tratar de limpar e retirar mais alguns bardos. Eu cheguei na Sexta e regressei no Sábado. São bem capazes de ter sido dos dias mais proveitosos.


Aves de rapina

Lá fui eu decidido a plantar, no mínimo, quatro nogueiras e 10 castanheiros, além de uma pequena Uva-do-oregon — que foi das poucas plantas que até agora conseguimos fazer crescer de semente com sucesso.


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